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Melasma: causas e principais tratamentos

Você já ouviu falar em melasma? Apesar de o nome ser incomum, a sua real característica é bem conhecida: manchas de pele.

O melasma é um distúrbio pigmentar que pode ser definido a partir das manchas escuras que surgem na pele, principalmente no rosto. O aumento de melanina em tons castanhos de modo simétrico nas bochechas e na fronte, podendo ocorrer em outras partes do corpo. A frequência ocorre mais em mulheres, abrangendo 90% dos casos de incidência de melasma.

Causado pela exposição à luz solar ou por uso de câmaras de bronzeamento, o melasma não ocorre em toda a população. Cabe afirmar que essas pessoas possuem outros fatores determinantes para o surgimento das manchas. Assim fator genéticos, influenciados pela miscigenação racial (mais frequente em amarelos e negros), o uso de anticoncepcionais, alterações hormonais e medicamentos fotossensibilizantes são os maiores inimigos da pele.
Pode ser superficial, profundo ou misto. Quanto mais profundo for o melasma, mais complicado será seu tratamento.

Os tratamentos são longos, durando de semanas a até mesmo meses e nem sempre se consegue total eficácia, restando ainda manchas que devem ser vigiadas e cuidadas constantemente.

Os cremes clareadores e uso de peelings químicos combinados são a primeira linha de escolha para o tratamento. Fotoproteção contínua é fundamental. Fórmulas clássicas com cortisona, tretinoina e hidroquinona, podem ser prescritas de acordo com o perfil de cada paciente, sempre por dermatologista e aplicado no consultório. Hoje o tratamento é complementado ácidos mais fracos, inibidores da produção de melanina, por vitaminas e fotoprotetores orais.

A aplicação de laser apresenta resultados variáveis segundo a literatura médica podendo ser uma importante arma no tratamento do melasma.

Os laseres com maior afinidade pela melanina e que apresentam pulsos muito breves (são disparos de 5 a 9 nano segundos de duração!) não geram calor na pele e agem por um mecanismo chamado “fotoacústico”. O laser de Q-Switched ND YAG 1064 nm, nanopulsado, é usado também para remoção de tatuagens e funciona como uma “britadeira” que fragmenta as moléculas de melanina e facilita a reabsorção desse pigmento. O número de sessões irá depender da resposta que o tratamento conseguirá obter e varia muito de paciente para paciente.

O importante é que esse tratamento seja realizado sob a supervisão de um dermatologista capacitado e experiente em lasers.

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